Acabei de assistir, de novo, Sociedade dos Poetas Mortos. É engraçado que, apesar de ser o mesmo filme de sempre, como nós mudamos, nosso olhar e nosso entendimento também muda... Amplia-se...
Comecei a pensar como fomos perdendo, com o tempo e pelas convenções, também pelo medo, o nossa habilidade de escrita...
Entendo o escrever como uma representação do nosso pensamento... Se penso logo existo... Então se penso logo escrevo...
E, definitivamente, não é isto que vejo...
Temos um bloqueio ABSURDO quando se trata de registrar nossos pensamentos e visão de mundo...
Há medo de não sermos bons o suficiente, o medo de errar, o medo de pensarmos errado, o medo de ir na contramão, o medo de não conseguirmos... OU ainda tudo isto junto e misturado...
Na verdade, nem sequer somos estimulados a desenhar quando crianças... Desenhos estes que são, na minha humilde opinião, a primeira representação "física", material do pensamento...
Assim crescemos sem desenhar, sem escrever e com um medo incrível de acreditar nos nossos próprios pensamentos...
Na escrita e no desenho não há erro... Errado é quem se preocupa em repetir padrões de pensamento e corrigir aspectos ortográficos e gramaticais... Quem classifica um desenho por padrões meramente estéticos... Escrever e desenhar transcende a tudo isto...
O suicídio de Neil no filme, hoje teve pra mim outro sentido... Cada vez que não acreditamos em nossos pensamentos e nossos sonhos, cometemos um suicídio... Um suicídio de um pedacinho da nossa alma... E assim, dia após dia, vamos nos matando aos poucos quando deveríamos viver...
Que nós educadores e pais, possamos ser uma luz no fim do túnel... Estimulando nossos pequenos a se expressarem LIVREMENTE, sem medo dos rótulos ou medo de errar...
Esta nova postura se constrói diariamente, permitindo-se a expressão das ideias, estimulando-se o desenho, a escrita e conhecendo a vida daqueles que por meio de erros e acertos conseguiram deixar seus pensamentos para mundo: os escritores, poetas, pintores, escultores e todo tipo de arte que almeje a representação do pensamento.
Comecei a pensar como fomos perdendo, com o tempo e pelas convenções, também pelo medo, o nossa habilidade de escrita...
Entendo o escrever como uma representação do nosso pensamento... Se penso logo existo... Então se penso logo escrevo...
E, definitivamente, não é isto que vejo...
Temos um bloqueio ABSURDO quando se trata de registrar nossos pensamentos e visão de mundo...
Há medo de não sermos bons o suficiente, o medo de errar, o medo de pensarmos errado, o medo de ir na contramão, o medo de não conseguirmos... OU ainda tudo isto junto e misturado...
Na verdade, nem sequer somos estimulados a desenhar quando crianças... Desenhos estes que são, na minha humilde opinião, a primeira representação "física", material do pensamento...
Assim crescemos sem desenhar, sem escrever e com um medo incrível de acreditar nos nossos próprios pensamentos...
Na escrita e no desenho não há erro... Errado é quem se preocupa em repetir padrões de pensamento e corrigir aspectos ortográficos e gramaticais... Quem classifica um desenho por padrões meramente estéticos... Escrever e desenhar transcende a tudo isto...
O suicídio de Neil no filme, hoje teve pra mim outro sentido... Cada vez que não acreditamos em nossos pensamentos e nossos sonhos, cometemos um suicídio... Um suicídio de um pedacinho da nossa alma... E assim, dia após dia, vamos nos matando aos poucos quando deveríamos viver...
Que nós educadores e pais, possamos ser uma luz no fim do túnel... Estimulando nossos pequenos a se expressarem LIVREMENTE, sem medo dos rótulos ou medo de errar...
Esta nova postura se constrói diariamente, permitindo-se a expressão das ideias, estimulando-se o desenho, a escrita e conhecendo a vida daqueles que por meio de erros e acertos conseguiram deixar seus pensamentos para mundo: os escritores, poetas, pintores, escultores e todo tipo de arte que almeje a representação do pensamento.
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